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Terça-feira, 5 de Maio de 2009

" SER FELIZ OU TER RAZÃO ? "

Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!

MORAL DA HISTÓRIA:


Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais frequência: 'Quero ser feliz ou ter razão?' Outro pensamento parecido, diz o seguinte: 'Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam. 

Eu já decidi... EU QUERO SER FELIZ e você?
 

publicado por maluco q.b. às 00:37
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Sábado, 24 de Maio de 2008

NORMOSE

Entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, sobre

uma palavra inventada por ele que me pareceu muito

procedente: ele disse que o ser humano está

sofrendo de normose, a doença de ser normal.
 
Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o

padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar.
O sujeito 'normal' é magro, alegre, belo, sociável, e

bem-sucedido.
Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode

parecer de forma alguma que está passando por

algum problema.
 
Quem não se 'normaliza', quem não se

encaixa nesses padrões, acaba  adoecendo.
A angústia de não ser o que os outros esperam

de nós gera bulimias, depressões, síndromes

do pânico e outras manifestações de não

enquadramento.


A pergunta a ser feita é: quem espera o quê de nós?

Quem são esses ditadores de comportamento a quem

estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas?

Eles não existem.
Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo

que você seja assim ou  assado.
 
Quem nos exige é uma coletividade abstrata

que ganha 'presença' através de modelos de

comportamento amplamente divulgados.

Só que não existe lei que obrigue você a ser

do mesmo jeito que todos, seja lá quem for

todos. Melhor se preocupar em ser você

mesmo.
 
A normose não é brincadeira. Ela estimula a

inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer

o que não se precisa.
Você precisa de quantos pares de sapato?

Comparecer em quantas festas por  mês?
Pesar quantos quilos até o verão chegar?

Freqüentar terapeuta para bater  papo?
Não é necessário fazer curso de nada para

aprender a se desapegar de exigências fictícias.
Um pouco de auto-estima basta.
 
Pense nas pessoas que você mais admira: não são

as que seguem todas as regras bovinamente, e sim,

aquelas que desenvolveram personalidade própria

e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu

modo.
Criaram o seu 'normal' e jogaram fora a fórmula, não

patentearam, não passaram adiante.
 
O normal de cada um tem que ser original. Não

adianta querer tomar para si as ilusões e

desejos dos outros.
 
É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer

demais. Eu simpatizo cada vez mais com aqueles

que lutam para remover obstáculos mentais e

emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples

e sincera.
Para mim são os verdadeiros normais, porque não

conseguem colocar máscaras ou simular situações.
Se parecem sofrer, é porque estão sofrendo. E se

estão sorrindo, é porque a alma lhes é iluminada.
Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando

erradamente muitos homens e mulheres que

poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos

e felizes.
Principalmente mais felizes...

publicado por maluco q.b. às 16:58
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