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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008

SERÁ QUE É O DE PORTUGAL?

Um homem deslocava-se num balão de ar quente e, a dada altura, compreendeu que se encontrava perdido. Decidiu então reduzir a altitude.
Já próximo do solo avistou uma mulher e interpelou-a nestes termos:

- Peço desculpa por a importunar, mas será que podia ajudar-me? Estou perdido. Prometi a um amigo que me encontraria com ele há uma hora atrás, mas a verdade é que não sei onde estou.

A mulher em baixo respondeu-lhe:
- O senhor encontra-se num balão de ar quente que paira no ar a cerca de 8 metros acima do solo. A sua posição situa-se entre os 39 e os 40 graus de latitude Norte e entre os 8 e 9 graus de longitude Oeste.

- A senhora é de certeza uma funcionária pública - disse o balonista.

- De facto sou funcionária pública. Como é que adivinhou? - perguntou a mulher admirada.
- Bom - disse o balonista - tudo o que me disse é muito burocrático, formal e com um sentido obscuro. Até pode ser tecnicamente correcto, mas não resolve o meu problema. A verdade é que eu não sei o que fazer com a informação que me deu e continuo a não ter mínima ideia onde me encontro. Continuo perdido. Para ser franco, não me ajudou em nada. Se alguma coisa daqui resultou foi que a senhora só contribuiu para atrasar a minha viagem.

A mulher respondeu - O senhor deve ser um ministro.

- Sim, na verdade sou o Primeiro-Ministro - disse o balonista - mas como é que descobriu?

- Fácil - disse a mulher - o senhor não sabe onde está nem para onde vai. Atingiu a posição onde se encontra com uma grande dose de ar quente. Fez uma promessa e não tem a mínima ideia de como a vai cumprir. Espera e pretende que pessoas que estão abaixo de si resolvam o seu problema. A realidade é que o senhor está exactamente na mesma posição em que se achava antes de me encontrar, mas agora, vá-se lá saber porquê, isso é culpa minha?

publicado por maluco q.b. às 22:07
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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008

GRALHAS-MONTALEGRE

publicado por maluco q.b. às 21:49
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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008

OS MEUS PASSEIOS DE SÁBADO

É Portugal....norte. Dou um prémio a quem adivinhar

que localidade é.

(como é no norte, não é o palácio de S. Bento, em Lisboa)

 

 

publicado por maluco q.b. às 00:18
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PENSAMENTOS SOLTOS

Tal como a flor sem perfume não atrai as abelhas,

assim tu não podes esperar atrair amigos, com a

tua amargura.

Visão sem acção não é mais que fantasia,

acção sem visão é apenas um pesadelo.

Não é por as coisas serem difíceis que não temos

ousadia.

É por não termos ousadia que as coisas são difíceis.

Passei o domingo a matutar nestas três ideias.

Estou a ficar apanhado.

Mas tenho que encontrar novo rumo.

 

 

publicado por maluco q.b. às 00:03
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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008

MAR SONORO

 

Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.

A tua beleza aumenta quando estamos sós

E tão fundo intimamente a tua voz

Segue o mais secreto bailar do meu sonho

Que momentos há em que eu suponho

Seres um milagre criado só para mim.

(Sophia de Mello Breyner Andresen)

publicado por maluco q.b. às 22:57
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SER PONTUAL

O problema de se ser pontual é que nunca

está ninguém para apreciar.

(Franklin P. Jones, humorista)

 

Este post é dedicado a uma amiga, que se

chama Júlia, e tem um blog com o nome

"Procuro-me".

 

 

publicado por maluco q.b. às 22:43
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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008

NASCIDOS ANTES DE 1986

Nascidos antes de 1986.
De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós
que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não
devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de
bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo
que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas "à prova de
crianças", ou fechos nos armários e podíamos brincar com as
panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e
airbags, viajar à frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia
bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com
açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a
brincar lá fora.
Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos
disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois
andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois
nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de
acabarmos num silvado aprendíamos.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que
estivéssemos em casa antes de escurecer.
Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos PlayStation , X Box.
Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema,
telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.
Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos à rua.
Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía!
Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas
sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás
portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos
apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos .
Acreditem ou não íamos a pé para a escola;
Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos
safarem. Eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de
sempre.
Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias
novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e
aprendemos a lidar com tudo.

És um deles?
Parabéns!            

Para todos os outros que não têm idade suficiente pensei que
gostassem de ler acerca de nós.
Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez
ponha um sorriso nos vossos lábios.
A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades
nasceu em 1986.
Chamam-se jovens.
Nunca ouviram "we are the world" e uptown girl conhecem de

westlife e não de Billy Joel.
Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle.
Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname.
A SIDA sempre existiu.
Os CD's sempre existiram.
O Michael Jackson sempre foi branco.
Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem
imaginar que aquele gordo fosse um dia um deus da dança.
Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie são filmes
do ano passado.
Não conseguem imaginar a vida sem computadores.
Não acreditam que houve televisão a preto e branco.


Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados ou a casar.
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez).
 7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.    

SIM ESTÁS A FICAR VELHO heheheh , mas tivemos uma infância do
 caraças"

publicado por maluco q.b. às 12:24
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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008

FERNANDO PESSOA CONSULTAVA OS ASTROS

Cecília Meireles foi a Portugal, para proferir conferências

na Universidade de Coimbra e Universidade de Lisboa,

em 1934. Um grande desejo seu era conhecer o poeta

de quem se tinha tornado admiradora. Através de um dos

escritórios para o qual trabalhava o poeta, conseguiu

comunicar-se com ele e marcar um encontro. Esse encontro

ficou fixado para o meio-dia, mas ela esperou inutilmente até

as duas da tarde, sem que Fernando Pessoa desse o ar de

sua presença. Cansada de esperar, Cecília voltou ao hotel e

teve a surpresa de encontrar um exemplar do livro Mensagem

e um recado do misterioso poeta, justificando que não

comparecera porque consultara os astros e, segundo seu

horóscopo, “os dois não eram para se encontrar”. Realmente,

não se encontraram, nem houve mais muita oportunidade para

isso, já que no ano seguinte Fernando Pessoa faleceu.

publicado por maluco q.b. às 18:20
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O POETA É UM FINGIDOR

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega fingir que é dor
A dor que deveras sente.
Fernando Pessoa/Bernardo Soares
publicado por maluco q.b. às 18:15
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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008

ÚLTIMO DIA

(escrito no passado domingo)

Hoje, domingo, não deveria estar aqui a escrever.

Não é costume e a família merece-me respeito.

 

Mas…

 

Amanhã é o último dia do ano.

 

Amanhã, para mim, é o último dia de uma etapa.

 

Amanhã é o último dia que vou trabalhar na

Empresa onde permaneci os últimos 12 anos.

 

Não foi bem assim, foram 10 numa e 2 nesta,

que absorveu a primeira.

 

E aí é que tudo se precipitou.

 

Malditas fusões….especialmente para quem é

“fundido”.

 

Culturas diferentes, diferenças salariais, invejas…

 

Acabo por sair bem. Conforme eu queria.

Da minha parte é uma pequena vingança.

Vão ficar-me a pagar mensalmente até eu morrer,

sem ter que trabalhar.

 

Mas para a idade da reforma ainda me faltam

muitos, mas mesmo muitos anos. Porra, ou sou eu

que deixei de ter a noção da razoabilidade ou então

algumas Empresas estão entregues a gestores que

deram matéria que eu não aprendi e nem me reciclei.

 

Falta um dia para terminar o meu ciclo na Banca.

A partir de amanhã poderei dizer que fui bancário.

Mas, há mais vida para além da banca.

Novos desafios me esperam. É uma questão de sorte.

Espero que 2008 seja um ano que me traga sorte.

Espero saber abraça-la.

 

ERVAS DANINHAS

Crescem-me ervas daninhas na memória.
A esperança é agora um soldado entrincheirado.

O que aí vem pode mudar toda uma vida.

Pode ser para melhorar e gritar liberdade.

A liberdade tem um preço.

Sinto medo do preço.

publicado por maluco q.b. às 23:51
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